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Cresce rejeição das mulheres a Bolsonaro, aponta Datafolha


Lula lidera pesquisa para presidente, sem ele, Bolsonaro assume a dianteira. Alckmin, estacionado.

Três pesquisas em três dias trouxeram números parecidos. CNT/MDA, Ibope e Datafolha apontaram Lula na liderança com 37%, nas duas primeiras, e 39%, na terceira.

Jair Bolsonaro apareceu com 18% nas duas primeiras e 19% no Datafolha (aqui).

O direitista estaciona no patamar dos 20%, mesmo sem Lula.

Nas três pesquisas, sem Lula, o número de votos brancos e nulos dobram.

Bolsonaro demonstra ter base sólida, porque não despenca. O que é ruim para Geraldo Alckmin, que disputa votos com o militar no campo da direita.

Geraldo Alckmin não chega a dois dígitos em nenhuma das pesquisas.

A aposta dos tucanos é na influência da televisão, a partir do dia 31 de agosto.

Os debates não influenciaram as pesquisas. Jair Bolsonaro conseguiu se preservar na Bandeirantes, mas escorregou na Rede TV, por conta do formato de colocar candidatos frente à frente.

Confrontado com Ciro Gomes, Jair Bolsonaro gaguejou, sobre economia (aqui). E tomou uma carraspana de Marina Silva, no tema diferenças salariais entre homens e mulheres (para assistir aqui).

Sem impacto nas pesquisas, os debates deixarão de ser um obstáculo para Bolsonaro, pelo menos no primeiro turno. O ex-deputado desmarcou presença no certame da Jovem Pan, que acontecerá segunda (27). O militar não quer se expor e confia na solidez de sua base, confirmada, pelo menos por enquanto, pelas pesquisas iniciais.

A rejeição a Bolsonaro entre as mulheres saltou de 34% para 43%. As mulheres representam 52% do eleitorado. Embates como o que o direitista teve com Marina Silva podem ajudar a reforçar a sua rejeição junto às mulheres. Mais um motivo para Bolsonaro querer distância dos debates.

Ao UOL, o presidente do PSL, Gustavo Bebianno informou que Jair Bolsonaro não participará mais de debates ao longo da campanha aqui 

Abaixo, o jornalista Vinicius Bernardi analisa a credibilidade das pesquisas. Assista:

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