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Entrevistas com lideranças políticas de Campinas no ato das mulheres contra Jair Bolsonaro


Pedro Tourinho, Mariana Conti e Marcela Moreira concederam entrevista durante ato ao Rede Popular

Lideranças progressistas de partidos de esquerda marcaram presença nos atos contra Jair Bolsonaro, na cidade de Campinas, neste sábado (29).
O Rede Popular fez transmissão ao vivo dos manifestos e entrevistou três lideranças políticas da cidade.
A presidenta do PSOL, Marcela Moreira, afirmou que “nunca viu um ato tão bonito de mulheres organizadas em Campinas”.

Sobre as manifestações, a feminista completou: “nós estamos aqui para dizer em alto e bom som que nós não somos frutos de uma fraquejada, que não merecemos ser estupradas – nenhuma mulher merece ser estuprada -, estamos aqui pra dizer que não merecemos receber menos, porque engravidamos. Nós estamos aqui para dizer que os nossos filhos não são desajustados porque somos mães solo. Nós estamos aqui para dizer não ao machismo, ao racismo, ao patriarcado. As mulheres vão deter o fascismo e salvar o Brasil”.

Assista:

O vereador Pedro Tourinho (PT) destacou a presença de forças políticas de diversos partidos e ideologias e classificou o ato como uma “virada civilizatória”, contra o fascismo e aquele “candidato horroroso”, que representa um discurso violento e que oferece respostas simplistas para problemas complexos. Tourinho entende que os atos das mulheres pelo Brasil representarão uma virada no processo eleitoral.

Assista:

Mariana Conti (PSOL), a única vereadora mulher em Campinas, dos 33 vereadores, disse que as manifestações contra Jair Bolsonaro na cidade, em São Paulo e pelo mundo são um recado das mulheres de que elas não vão aceitar que sujeitos ocupem os cargos políticos para menosprezar as mulheres, para fazer apologia do estupro e dizer que uma mulher é uma fraquejada. E concluiu: “a gente quer respeito, dignidade e, sobretudo, ocupar o espaço da política, porque nós queremos decidir sobre as nossas vidas, sobre nossos corpos, sobre nosso destino. É muito interessante o ato cheio. Muitas mulheres, de todas as idades. Companheiros que vieram apoiar, que estão aqui dizendo “ele não”, porque as mulheres do Brasil e do mundo vão derrotar o conservadorismo, o fascismo e o machismo”.

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